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A formação de agentes de inclusão digital

Passei o dia hoje navegando por links, textos, posts sobre os mais diferentes temas, mas todos de alguma forma relacionados com o trabalho lá no Acessa SP e, mais amplamente, sobre inclusão digital. Um dos temas sobre os quais temos refletido ultimamente é a questão da Formação: O Acessa SP tem um programa de formação continuada que envolve momentos presenciais e à distância. Existe muito conteúdo que é transmitido, principalmente no módulo inicial em que é necessário que os novos monitores aprendam uma grande quantidade de procedimentos e ferramentas para utilizar em seu dia-a-dia.

Ainda assim, existem alguns princípios que são transversais em todas as nossas ações de formação, principalmente as presenciais e que, em alguma medida, permeiam todo o trabalho que fazemos com os monitores. São eles:

- Incentivar a criatividade
- Contemplar diferentes maneiras de expressão e aprendizado, usando vários formatos
- Construir um vocabulário comum, buscar referências locais e construir um chão compartilhado
- Incentivar a reflexão e o respeito à diversidade, tanto nas falas quanto nos atos
- Mostrar que o trabalho no Posto e o processo de inclusão digital vão muito mais além de permitir o acesso à máquina, mas em promover o desenvolvimento de ações que tragam as pessoas ao Posto e ajudem-as a utilizar a tecnologia para seu benefício.
- Incentivar o entendimento e utilização de indicadores para avaliação e definição do trabalho, tanto a nível local quanto macro.

Estamos montando um mapa sobre nossas ações e quando estiver pronto eu publico por aqui. Por enquanto, queria apenas compartilhar essas idéias, um pouco descompromissadamente, para seguirmos com a discussão.

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Oi, Dani! O programa "Acessa SP" está com turmas abertas a novos monitores? É um curso longo? Pergunto isso pois estou num projeto lá no CAPS onde trabalho que envolve o uso dos computadores...o pessoal está dando os primeiros passos no "reconhecimento" dessas máquinas, mas é tudo bem amador. Você sabe se existe alguma possibilidade de parceria entre o Acessa SP e o CAPS (Prefeitura de Guarulhos) ou se seria melhor alguns profissionais do CAPS fazerem o curso e se transformarem em monitores? O "público alvo" é de adultos que já foram diagnosticados com algum transtorno mental, tem gente deste os 20 anos até 60!
Beijoca!
Adélia

Rede de Projetos

Olá, Dé, tudo bom!

Lendo o teu comentário, achei que faria todo o sentido vocês fazerem uma parceria, via Rede de Projetos, entre o CAPS e o Posto de Guarulhos, para montar um curso lá. No site da Rede tem um form de contato que você pode usar e daí a equipe de suporte pode te ajudar a organizar o curso. ;)

Beijos,

Dani

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